Tribunal supera em mais de 30% meta de redução do consumo de papel e copo descartável

06:30 | 07 de março de 2017



DA CASA - Em tempos de sustentabilidade, qualquer economia que acarrete benefícios ambientais e econômicos se mostra muito significativa para as instituições. Nessa tônica, o Tribunal tem algumas conquistas a comemorar, como por exemplo a superação em 35% da meta de redução no consumo de papel no ano passado.

De 5.823 resmas de papel que eram previstas para serem consumidas em 2016, o Tribunal consumiu 4.247 resmas. O número superou a meta estipulada em 10% para o quesito no Plano de Logística Sustentável, o qual foi instituído no ano passado como instrumento de gestão.

De acordo com a Seção de Gestão Socioambiental, se for levado em conta que para fabricar uma tonelada de papel novo é preciso 10 a 20 árvores, 10 mil litros de água e 5 MWh de energia, pode-se dizer que o Tribunal contribuiu, em 2016, para a preservação de 56 a 112 árvores, 56 mil litros de água e economia de 28 MWh de energia, o que equivale ao consumo de uma geladeira de 360 L por 74 anos, segundo parâmetro da Agência Nacional de Energia Elétrica.

E os benefícios não param por aí, pois além das questões ambientais, o menor uso de papel representou uma economia de R$ 22.043,94 aos cofres do Tribunal.

Copo descartável

Outro material que também superou a meta de redução de consumo no Tribunal foi o copo descartável. Nos copos de água, o percentual de economia do material foi de 32% além do limite estipulado e de 79% para nos copos descartáveis de café.

Com a redução, o Tribunal  deixou de consumir 387.200 copos descartáveis. “O resultado superou as expectativas da Comissão Gestora do PLS, uma vez que em 2016, devido aos cortes orçamentários, houve a suspensão do serviço de limpeza das copas. A medida, apesar do impacto, só demostrou o elevado nível de conscientização de magistrados e servidores, que passaram a fazer uso constante de xícaras, canecas e copos de vidro”, salienta a responsável pela Seção de Gestão Socioambiental, Natália Pansonato.

A reutilização de copos também gerou economia financeira para a instituição, promovendo uma economia de R$ 9.017,38 em 2016.

Atualmente, o uso de copos descartáveis está permitida apenas para usuários externos, iniciativa que irá baixar ainda mais o consumo do material este ano.

Provenientes do refinamento do petróleo, os copos descartáveis plásticos são feitos a partir de uma de suas frações, a nafta, substância líquida muito parecida com a gasolina. A pegada ambiental do produto começa nesse momento, com o carbono sendo liberado durante o refino do petróleo; em seguida, entram para a conta a água, a eletricidade e o carbono liberado no processo de produção; no transporte; e o tempo de vida útil.

Além disso, apesar de suas características físicas os tornarem totalmente recicláveis, os componentes envolvidos na produção destes copos são muito baratos, o que pode tornar a reciclagem mais cara que a própria produção de novos itens. Devido ao seu caráter extremamente leve (as cooperativas pagam os catadores por quilo recebido) e ao fato de ocuparem um volume muito grande para pouco peso, o retorno acaba sendo baixíssimo para catadores, cooperativas e recicladoras.

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