Consciência ambiental: TRT destina 9,1 mil kg de resíduos para catadores de materiais recicláveis

07:30 | 16 de março de 2017




DA CASA - Tribunal também deu a destinação correta para 3 mil kg de sucata eletrônica e 4,5 mil unidades de lâmpadas fluorescentes

Cuidar do meio ambiente também é uma das preocupações do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso. Para isso, tem feito a lição de casa separando o lixo e dando a destinação correta. Em 2016, foram destinados 9,1 mil kg para cooperativas de catadores de materiais recicláveis, além de dar a destinação adequada para outros resíduos como lâmpadas, pilhas, baterias, sucatas eletrônicas e oriundos de saúde e construção civil.

As cooperativas receberam 2,2 mil kg de papel branco, 2,2 mil kg de revistas e livros, 768 kg de papelão e 2,3 mil kg de vidro, 129kg de copos descartáveis,320 caspas plásticas e 1058 de recicláveis em geral.  Além de ajudar o meio ambiente, a ação tem cunho social ao beneficiar a Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (COOREPAM) e a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Várzea Grande (ASSCAVAG).

Com o objetivo de evitar a contaminação do meio ambiente, o TRT também deu a destinação correta de 106 kg de pilhas e 47 quilos de baterias usadas, que foram descartadas de forma a não contaminar o solo.

Além dos 3 mil kg de sucata eletrônica, a instituição também fez o descarte correto de outros 49 kg de resíduos de saúde e 192 kg de resíduos da construção civil. Também tiveram o descarte correto 4,5 mil unidades de lâmpadas fluorescentes que estavam estocadas no Tribunal desde 2014. Todos estes resíduos foram encaminhados para empresas especializadas na destinação final adequada destes materiais.

Manual orienta conduta

Este ano foi homologado no TRT o Manual de Desfazimento de Bens. Segundo a responsável pela Seção de Gestão Socioambiental, Natália Pansonato, neste documento administrativo está incluído o valor da responsabilidade socioambiental. “Os bens classificados como irrecuperáveis e declarados como inutilizáveis são entendidos como resíduos e, como tais, devem ter destinação ambientalmente adequada”.

O Tribunal mato-grossense foi um dos primeiros na edição do manual, uma inovação no processo de desfazimento de bens. Entre outras coisas, a novidade é que a unidade de gestão socioambiental foi incluída formalmente no fluxo do processo e a subcomissão responsável pela avaliação dos bens deverá conter um membro da unidade.

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