Roda de conversa sobre suicídio: Morrer é um caminho?

07:30 | 30 de setembro de 2016



DA CASA - O mês está acabando e com ele as ações do setembro amarelo, campanha de prevenção do suicídio. Foi nessa tônica que o Tribunal promoveu ontem uma roda de conversa com o psiquiatra Carlos Periotto. Foi, inclusive, disponibilizado o sistema de videoconferência para participaçao de uma servidora do interior.

O suicídio já é considerado um problema de saúde pública, conforme apontou o relatório da Organização Mundial de Saúde, publicado em 2014. As maiores motivações para a prática tem relação com desordens mentais provocadas especialmente por abuso de álcool e depressão.

Mas a morte é o caminho? Aparenta ser, pelo menos para quem está vivendo a tristeza e o caos pessoal. Dar fim à própria vida seria então um medida extrema, de profundo desespero para dar acabar com o sofrimento.

“Mesmo quando a pessoa já se encontra em tratamento, não há garantias que ela não será uma suicida. Muitos, alguns dias antes do ato, aparentam uma calma e serenidade que pode ser interpretada de foram equivocada. Essa calmaria é resultante apenas do fim da ambivalência, a decisão foi tomada e de forma consciente. Entretanto, a opção parte de uma mente adoecida”, ressaltou o médico.

Uma alternativa para evitar o suicídio é o diálogo. Ouvir a pessoa de forma empática e sem julgamentos e então sugerir ajuda profissional. Quem não se sentir preparado para tal, pode recorrer ou recomendar o Centro de Valorização da Vida (CVV).

Setembro Amarelo

O movimento é encabeçado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. A intenção é alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção.

 

Comentários

  • Questão de saúde pública e preocupação institucional (âmbito público e privado).

    AMARILDO SILVA* | 30 de setembro de 2016 | 
  • Parabéns pelo uso da expressão "empatia"no texto. Ano passado trabalhei em Cuiabá. Infelizmente, da janela da copa, vi um suicídio ocorrido num dos prédios ao lado do Fórum. Um comentário de uma pessoa na unidade me marcou. Algo como: "Não é possível. Não entendo. Como pode? Um absurdo fazer isso!"

    AMARILDO SILVA* | 30 de setembro de 2016 | 
  • Choca! Mas acredito que a empatia é a palavra chave. EMPATIA: A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo”(KRZNARIC, p. 28) do livro “O Poder da Empatia"

    AMARILDO SILVA* | 30 de setembro de 2016 | 
  • A necessidade de desenvolver empatia está no cerne do esforço de encontrarmos soluções para problemas mundiais como violência étnica, intolerância religiosa, pobreza extrema, fome, abusos dos direitos humanos, aquecimento global. O autor denomina esta capacidade como uma espécie de pílula da paz.

    AMARILDO SILVA* | 30 de setembro de 2016 | 
  • Link dica: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2015/02/roman-krznaric-empatia-e-um-antidoto-4704294.html#

    AMARILDO SILVA* | 03 de outubro de 2016 | 
  • Disponível nas livrarias de Cuiabá

    AMARILDO SILVA* | 03 de outubro de 2016 | 

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