PETS EM CENA - Servidora apresenta Carlito José, Rubi Maria, Bambina Maria e Nina Princesa

08:00 | 13 de agosto de 2020



DA CASA - Carlito José, Rubi Maria, Bambina Maria e Nina Princesa Maria formam o quarteto de cãopanheiros da servidora Fabyola Coutinho (Comunicação Social). Em seu relato, ela conta como cada um dos seus filhos peludos chegou à família. Confira: 

"Quando a gente acha que já ama muito, vem alguém para mostrar que nossa capacidade de amar é muito maior....

No ano passado, uma tampinha de pelos brancos chegou aqui em casa no meio de uma situação difícil. Eu estava triste e ainda tinha que ‘segurar as pontas’ para que as meninas não percebessem. Uma amiga veio ficar uns dias comigo e trouxe seus três shitzus – 2 adultos e a pititica.

Já com três cachorros, tentei resistir aos encantos daquela coisinha miúda, de olhos cativantes. Porém, meu coração tinha sido ‘fisgado’ e aliado aos pedidos de ‘mãe, podemos ficar com ela?’, acabei cedendo.  Minha amiga ficou um pouco resistente, mas diante dos apelos das minhas filhas, também cedeu – para alegria delas e minha, óbvio.

Foi assim que Nina Princesa chegou à família. Então, de um trio, passamos a ter um quarteto de cachorros: um casal de pinsher, uma dachshund (salsicha) e a shitzu. Os quatro conseguiram se entender. Só Carlito José, o único machinho da turma, que reclama. Acho que é porque Nina fica dentro de casa, vantagem que ela adquiriu por não soltar pelos e por fazer suas necessidades lá fora.

Entendo os resmungos de Carlito. Imagina, só! Em 2010, ele era o rei absoluto de tudo. Eu só tinha ele e demorei muito para entender que ele era um cachorro. Para mim era meu filho e ponto final. E, de fato, era tratado como uma criança: tinha roupinhas, viajava sempre e ganhava ração, grão por grão, na boca.

Dois anos depois, preocupada em não magoá-lo, arrumei a minha gordinha, Rubi Maria. Ela também é pinsher e muito, muito travessa. Para se ter uma ideia, ela ganhou a alcunha de Rubi Aranha, por escalar todos os portões da casa, mesmo já sendo uma senhora de oito anos e bem rechonchuda. Porém, minha ideia de que ela fizesse companhia a Carlito deu certo. Eles conseguiram se adaptar à chegada das minhas filhas Maria Luiza e Andressa Maria que nasceram uma seguida da outra.

Com dois cachorros e duas menininhas eu achava que a família estava completa. Achava, mas, como eu disse, meu coração ainda cabia mais amor...

Assim, quando cheguei um dia na casa do meu pai, achei uma salsichinha linda. Meus olhos brilharam. Desde criança sonhava em ter um cachorro daquela raça, por saber que são muito amorosos e companheiros. Na época eu estava mudando para uma casa maior e meu marido, apesar de não gostar muito de animais, acabou aceitando a ideia, enfim, teríamos espaço para os três.

Com o tempo, confirmei que Bambina Maria era mesmo só carinho e fofura. O que eu não sabia era que ela era também sinônimo de aventura, travessura e muita energia. No meu quintal não há nenhum bicho que fique vivo. Calango, perereca, passarinho e até cobra (isso mesmo) ela já matou. Por conta de seus feitos, foi elevada ao cargo de ‘chefe da fiscalização do quintal da mamãe” (rs).

Agora, com quatro cachorros meu marido já me disse que nenhum bicho entra mais em casa. Não tenho nem como argumentar em contrário porque, além do tempo, as despesas cresceram bastante com meu quarteto de cãopanheiros.

Mas preciso confessar que meu coração ainda bate forte quando vê um bichano pelo chão, especialmente aqueles rajados ou pretos kkk. Não consigo evitar, mesmo tendo sido severamente advertida “nessa casa, o único gato que pode ter sou eu. Se vier outro, eu saio. Já temos quatro cachorros e ainda gato? Não, não e não”, diz meu marido em tom de ameaça.

Tenho levado a sério as palavras dele. Mesmo assim, ainda me pego suspirando pelos bichanos...Quem sabe mais adiante as coisas possam ser diferentes, não é mesmo? Como eu disse, quando a gente ama um bicho, sempre pode amar outro.

Participe!

Os pets são grandes amigos e têm um lugar cativo no coração de muita gente.  A série 'Pets em cena' fala sobre esses seres cheios de fofura que, muitas vezes, são até considerados como membros da família. Magistrados, servidores, estagiários e terceirizados podem enviar fotos e relatos de seus companheiros peludos para o TRT Notícias. Basta encaminhar textos e imagens para o e-mail comunicacao@trt23.jus.br.

Veja quem já colocou seus Pets em Cena:

Christine Gili e seu trio de 'cãopanheiros'

- Laura Kamila e sua filha peluda Penélope

- Dionara Claas e os gatos: Fif, Nicolau e Mau

- Polyana França e seu quarteto cheio de amor

- Helena Periotto e seu príncipe Tico

- "Sou outra pessoa", conta servidora Marli Takahachi sobre seus 4 pets

- Adriana Malheiros e seus cãopanheiros Bolota, Winston Churchill e Edmund Burke

- Isadora Cardoso e Nino, 'um gatinho para lá de especial

- Marcos Machado e Diego, seu 'pequeno furacão'

- Laudisseia Figueiredo e a gata Nenê

- Carolina Valente e sua 'filha' Pitoca

 

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